quarta-feira, 16 de setembro de 2009

E cai a Babilônia!

Sim, o "quase-ditador" caiu.

Quem acompanha a F1 sabe bem quem é verdadeiramente o Sr. Flavio. Claro que sua demissão da Renault foi causada pela raiva que ficou os Piquet em função da também demissão do Nelsinho. Essa foi uma forma de fazê-lo pagar por algo que ele vinha cometendo anos e anos na F1 através de sua maneira um pouco autoritária de gerir carreiras de pilotos e o time que defendia. Em 1994, logo que voltou o reabastecimento na F1, ele mandou tirar o filtro da mangueira de combustível para que ele levasse vantagem. As bombas de combustível são padronizadas, fornecidas pela mesma empresa aos times e todas elas inserem 12 litros por segundo no tanque. Sem esse filtro, aumenta significativamente a quantidade de litros por segundo, diminuindo assim, o tempo de parada no pit. No vídeo abaixo, é possível ver a façanha no GP Brasil de 1994, onde Ayrton Senna entra antes de Schumacher no box, porém o alemão é dispensado para a pista com larga vantagem.




Porém, o risco de vazamento é altíssimo. E o óbvio aconteceu: durante o pit stop
de Jos Verstappen em Spa, na Bélgica, houve um vazamento onde espirrou muita gasolina do
carro de Verstappen. Houve um incêndio que poderia ter causado até a morte de muitas pessoas.





Isso é só uma parcela de tantas coisas que o Sr. Flavio fez durante sua carreira. Não é segredo
tudo o que ele fez com Nelsinho (segundo o próprio piloto), quando tirou Roberto Moreno para
contratar Schumacher, sem nem sequer reconsiderar.
Pra mim, ele joga sujo e mais cedo ou mais tarde deveria ser esse mesmo o desfecho de sua carreira.
A melhor coisa que Carlos Gosn fez foi ter demitido Flavio e Pat, a fim de tentar evitar uma punição

mais severa ao time.




Marcio Pedro




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